17.04.2017
Dia da Vergonha: impeachment da presidenta Dilma Rousseff completa um ano

Período do afastamento é marcado por uma sequência de retrocessos e retirada de direitos da população

O golpe parlamentar, midiático e jurídico colocado em prática no país com a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados, completou um ano. O 17 de abril de 2016, ficou conhecido como o “Dia da Vergonha Nacional”, quando 367 parlamentares votaram “por Deus, pela pátria e pela família” para a retirada de uma presidente eleita com mais de 54 milhões de votos e acusada de um crime que não cometeu. Um ano depois, ninguém mais fala das ‘pedaladas fiscais’, pretexto usado para criminalizar Dilma.

Em 12 meses, os brasileiros não viram cumprida uma só promessa feita por aqueles que colocaram o golpe em curso no Congresso. A instabilidade política aumentou, o ambiente de ódio ganhou as ruas e a desconfiança dos agentes econômicos atirou o país ao abismo da depressão econômica.

Agora, esses mesmos parlamentares são aqueles que votaram a favor de reduzir recursos para a educação e saúde, congelar investimentos, liberar a terceirização geral do trabalho e entregar o pré-sal.

“Tiraram o PT do governo dizendo que era ele o culpado por tudo que era ruim. Um ano depois estão tirando todos os direitos do povo, que o PT tinha ampliado e vinha garantindo. Apenas um ano depois o povo começa a ter saudade do PT e do Lula”, disse o deputado José Mentor (PT-SP).

Com a tag #DiaDaVergonha, deputados da Bancada do PT usaram as suas redes sociais para reafirmar que o Brasil sofreu um golpe e para falar sobre os retrocessos e os ataques ao povo brasileiro pós-golpe.

(#RedeJoséMentor, com informações do PT na Câmara e da Agência PT)

Imagem: PT na Câmara